Investir em imóveis é o melhor caminho durante a crise

A crise econômica que o Brasil atravessa atinge todos os setores produtivos, e com o mercado imobiliário não é diferente. Diante de tantas más notícias que atingem em cheio a confiança dos brasileiros, tem sido difícil enxergarmos pontos positivos, o que tem contribuído para as vendas não acontecerem.

As dificuldades econômicas não são exclusividades do nosso tempo, nem do nosso país. Nos EUA, por exemplo, a quebra da bolsa em 1929 fez o país passar pela crise mais profunda da história americana. Por quase uma década os americanos tiveram que conviver com recessão e desemprego. Esse período, conhecido como Grande Depressão, teve em Franklin Roosevelt o presidente que inspirou a retomada da confiança através de vários incentivos e um deles era justamente o investimento em imóveis.

Resultado de imagem para RooseveltFranklin Roosevelt, presidente dos Estados Unidos de 1933 a 1945.

 

Em meio à ‘depressão’, Roosevelt dizia: “um imóvel não pode ser perdido, roubado ou levado por ninguém. Comprado em um bom negócio, pago integralmente e gerido com cuidado razoável, é o investimento mais seguro do mundo.” A frase dita durante uma entrevista para um jornal é uma das mais utilizadas até hoje por corretores americanos quando desejam reforçar o valor inestimável do patrimônio imobiliário.

Coube também a Roosevelt conduzir o país durante a Segunda Guerra e mesmo naquele momento ele defendia o mercado: “cada pessoa que investe em imóveis, em uma área crescente de um bairro próspero, adota o método mais seguro de se tornar independente financeiramente”.

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Mas existem parâmetros no Brasil? É possível encontrar na recente história brasileira pontos em que o mercado imobiliário mostrou força diante de crises tão sérias? A resposta é sim!

No período pré-Plano Real, investir na construção de imóveis no Brasil era um grande risco por conta da instabilidade da moeda, e nem por isso prédios e casas deixaram de ser feitos. A solução encontrada à época foi indexar os valores dos imóveis em dólar. Qualquer variação fazia os preços subirem rapidamente, sem contar o financiamento que praticamente não existia. Mesmo assim, ao abrir os classificados de domingo, eram centenas e centenas de ofertas de casas e apartamentos e as vendas aconteciam.

Em 1999 a Encol, então a maior construtora do Brasil, simplesmente quebrou, abandonando centenas de empreendimentos e deixando milhares de famílias que compraram seu lar sem dinheiro e sem perspectiva de futuro. Ainda assim, os corretores de imóveis brasileiros souberam reconstruir não só a maneira de vender imóveis, mas também a reputação de todo o mercado e saíram mais fortes de mais uma crise.

Na verdade, cada período histórico tem suas próprias implicações para o futuro. Mas o que esses exemplos nos mostram é que não importa a dificuldade nem o tamanho da crise, o mercado imobiliário sempre consegue se reinventar, saindo desses momentos mais forte e mais capacitado.

Fonte: Beview



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